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[Tierlist – Patch 3.0.2] Os melhores decks de cada facção!!!!

By on 22 de julho de 2019

Breve nota: Nessa edição do Taverna News, nos reservamos a analisar os relatórios de meta mais recentes publicados por grandes times competitivos (como Team Leviathan, Team Aretuza e Team Rankstar) e membros notórios da comunidade de Gwent para selecionar os melhores decks de cada facção no meta atual. Tal processo tem como objetivo auxiliar os jogadores a apoiarem suas facções prediletas durante o Desafio das Facções, bem como subir de ranking, caso haja interesse, durante o processo.

Vale destacar que os decks sugeridos são apenas arquétipos e cabe aos próprios jogadores substituir cartas, ou até mesmo líderes, conforme se faça necessário. Também destacamos que nenhum jogadores deve se sentir obrigado a utilizar tais decks para jogar e, muito menos, para ganhar, sendo estes apenas sugestões baseadas no que aparenta estar mais forte e mais popular na atualização atual.

(Para acessar as decklists e importar os decks, basta clicar no banner de cada facção!!)

Mesmo após os nerfs recentes dos hotfixes, a facção do Sindicato segue liderando o meta atual, lado-a-lado à facção de Skellige. Seus líderes mais fortes, sem dúvida alguma, são o Salafrário, a Gudrun e o Cyrus, mas também já foram criados alguns arquétipos interessantes que giram em torno das habilidades do Cutelo e do Rei dos Mendigos.

Esse baralho de Salafrário Filho consiste em utilizar unidades de baixo custo e cartas especiais do tipo “crime” para obter lucro e acumular moedas. As moedas, por sua vez, podem ser gastas para invocar mais unidades ou aumentar a base de poder daquelas que você já possui, mas o grande intuito do deck é utilizá-las para destruir unidades inimigas com “recompensa”, gerando ainda mais moedas e permitindo que esse ciclo se repita.

A habilidade do líder pode ser usada em engines grandes, para eliminá-las ou em cartas com baixa base de força, dependendo das possibilidades que sua mão lhe oferece e, sempre que possível, o ideal é guardá-la para a terceira rodada. Entretanto, em certos casos, pode ser necessário utilizá-la logo nos primeiros rounds para evitar uma derrota imediata. Isso não o impede de triunfar, contanto que o oponente também tenha dispendido cartas importantes.

O deck pode se encontrar em desvantagem contra certos adversários, visto que diversos baralhos de Monstros e Skellige podem se beneficiar da mecânica de receber dano (frenesi) ou ter suas próprias unidades destruídas (desejo de morte), mas, ainda sim, ainda consegue derrotar seu oponente quando bem jogado dispondo de um pouco de sorte.

A facção de Monstros já se encontra distante do topo das tier lists há algum tempo e isso se deve, principalmente, à dificuldade de fazer com que suas engrenagens funcionem em certos baralhos e suas sinergias mais simples pontuem o bastante, em geral.

O baralho recomendado acima, que tem como líder a Aracna Rainha, não veio exatamente para mudar o estado atual do meta. Na verdade, apesar de pontuar muito (até demais) quando o jogador possui uma mão boa e um adversário que não o countere, o deck é bastante difícil de ser pilotado e é um grande alvo de “sangramento” (obrigar o adversário a gastar cartas importantes) quando perde a primeira rodada.

A sinergia consiste em consumir suas próprias cartas para gerar Aracnas e fazer com que as unidades inimigas sejam danificadas pelos Guerreiros Vran, estes geralmente invocados através do Portal. O Glustyworp deve entrar em campo quando já houverem diversas unidades com apenas 1 de poder (geralmente Aracnas) e o maior número de Guerreiros Vran possível, gerando pontuações gigantescas. Esse tipo de combo pode ser feito em qualquer uma das rodadas, mas é preciso que não faltem recursos para a seguinte (geralmente, cartas como Kayran e Dettlaff: Vampiro Superior conseguem se virar por conta própria no terceiro round).

Nilfgaard é outra das facções “enfraquecidas” do jogo e que não deve tardar a receber um buff. Com mecânicas lentas e facilmente removíveis, além de cartas que pontuam pouco, a facção definitivamente já viu dias melhores. Entretanto, o arquétipo a seguir tem se mostrado bastante divertido no meta atual e, ainda sim, possui o que é necessário para bater de frente com “decks grandes” quando muito bem jogado.

O conceito por trás do baralho é bastante simples: utilizar o líder Usurpador para counterar a sinergia que os demais baralhos possuem com seus líderes (sinergia essa bastante presente no meta atual) e jogar em torno de cartas que danificam e bloqueiam unidades para atrapalha o inimigo de vez.

O arquétipo acima ainda é bastante experimental, sendo que algumas de suas versões costumam utilizar o Lojo, enquanto outras o desprezam. Uma carta que não pode faltar, no entanto, é o Doadrick Leumaerts que pode ser utilizado no início do jogo para “refinar” a própria mão, buscando as combinações mais adequadas para a partida.

Apesar de definitivamente não ser um arquétipo “5 estrelas” e possuir diversos pontos negativos como, por exemplo, sua falta de autonomia, talvez essa seja uma das melhores opções para aqueles que estão cansados de jogar contra baralhos do Sindicato ou, simplesmente, querem voltar a louvar o Grande Sol.

Existem alguns guias de youtubers brasileiros que explicam variações desse arquétipo, sendo eles:

Gwent Usurpador De Deck por Gwent Mobile Brasil

Gwent – Deck Doadrick 007 (TryHard) / Usurpador (Nilfgaard) por TheMG07

E por falar em facções enfraquecidas, Reinos do Norte vem sendo considerada por muitos a pior facção do jogo atualmente. Com mecânicas muito complicadas e excessivamente lentas (o que também as torna facilmente counteráveis) a facção enfrenta um momento difícil, onde a grande maioria de sua cartas não vale seu próprio custo de provisão. Mas os fãs da facção podem ficar tranquilos, pois a atualização do final desse mês promete trazer muitas mudanças à facção e finalmente trazer um pouco de amor e carinho para a mesma.

O deck de Foltest sugerido, como consequência direta do estado atual da facção, nem de longe se encontra no topo do meta atual e pode ser um pouco difícil de masterizar de início. Entretanto, se você for um grande fã da facção ou simplesmente quiser subir seu ranking jogando com um baralho diferente (ou, até mesmo, se quiser completar seu MMR com a facção de Reinos do Norte) essa pode ser uma boa escolha no momento!!

A mecânica por trás do baralho consiste em utilizar Batedores de Listras Azuis para gerar e invocar cópias de Listra Azul: Comando ainda no primeiro round, desta forma, pontuando bastante e tentando se manter a frente do seu adversário. Mesmo que não seja possível vencê-la, ainda é possível ganhar o jogo, mas um bom sangramento por parte do oponente pode significar seu fim.

Em seguida, a estratégia se baseia em reembaralhar as diversas cópias do Listra Azul: Comando através da carta Pavetta (optimizada quando usada na segunda rodada) e tentar comprar (ou ter acesso a) uma delas para que todas as cópias possam ser invocadas através de sua habilidade de ordem. Aqui vale o bom senso do próprio jogador para saber quando utilizar a habilidade do líder para conceder zelo à unidade e assegurar o seu valor.

No caso de possuir a mão ideal, ainda é possível utilizar diversas unidades humanas e, em seguida, invocar Draug para finalizar o jogo com seus diversos Kaedweni: Regressários. Vale mencionar que, dependendo da situação pode valer a pena gastar o Draug na primeira rodada para evitar ser sangrado na segunda.

O adicional do deck são suas demais cartas ouro, que não precisam de grandes sinergias para pontuar bastante com a habilidade de zelo de Foltest. Há uma certa preferência por guardar suas cargas e cartas como Gaunter e Seltkirk para a última rodada, de forma a possuir grandes finalizadores independentes, mas, novamente, sempre se faz necessário utilizar do bom senso na hora de jogar.

A facção de Scoia’tael, por sua vez, se encontra encima do muro no meta atual, isto é, não está nem forte a ponto de ser OP, nem fraca a ponto de necessitar desesperadamente de buffs. Apesar de já ter contemplado épocas melhores, as dríades e anões ainda são uma escolha a se considerar na hora de escolher a melhor maneira de subir seu ranking (e MMR).

Com a recente chegada da recente atualização de Novigrad, é possível afirmar que nenhuma facção se beneficiou tanto das cartas duplas do Sindicato quanto os Scoia’tael. Tal fato, sem sombra de dúvidas, não se deve à sua sinergia com a facção, em si, mas ao grande custo-benefício das mesmas quando utilizadas individualmente. Enquanto a Justiça Novigradense consegue ser versátil e, ao mesmo tempo, pontuar bastante, os Músculos do Cutelo são unidades fortes que até excedem seu custo de provisões em termos de poder.

Quanto ao deck sugerido, esse consiste em utilizar-se de cartas e mecânicas que tornam quase impossível um bom sangramento por parte do inimigo na segunda rodada, fazendo com que não haja necessidade de ganhar a primeira. Ele também conta com cartas que permitem o carry over entre rounds e com outras que geram uma enorme quantidade de pontos, como a Brigada Vrihedd (que pode ser utilizada junto às cargas de Broover para gerar até 17 pontos) e o Grande Carvalho (que pode chegar a gerar até 16 pontos).

Uma das estratégias consiste em utilizar seu carry over (Anões Agitadores, Ithlinne e Gabor) logo no início e forçar uma segunda rodada bem longa. Outras, preferem se estender na primeira rodada e tentar sangrar o adversário ao máximo na segunda. O que importa, no final das contas, é buscar uma terceira rodada curta – justamente onde o baralho se sobressai por conta de cartas como a Brigada Vrihedd e o Sheldon Skaggs.

É preciso, no entanto, sempre se manter atento ao tempo necessário para que certas cartas pontuem (Milva, Jovem Dríade, Elfo Espadachim e O Grande Carvalho são ótimos exemplos) e, por mais que estas aparentem ser importantíssimas para obter grandes pontuações, por muitas vezes devem ser utilizadas o quanto antes para não “pesarem na sua própria mão”.

Resumindo em poucas palavras tudo o que pode-se dizer da facção nesse momento, tem-se: “Skellige está OP!!”. Os implacáveis guerreiros de tais arquipélagos se encontram em sua melhor fase já há algumas atualizações e não se sabe, nem mesmo, se o patch de Julho será capaz de detê-los.

O baralho sugerido acima segue como um dos melhores e mais consistentes decks do meta atual e pode ser utilizado para subir de ranking sem grandes preocupações. A escolha de Harald, o Aleijado como líder é quase opcional (com outras escolhas disponíveis, como Crach an Craite e Svalblod), mas permite que o jogador possa pontuar à beça na terceira rodada com Dagur como seu finalizador.

Sua grande consistência se deve ao fato de utilizar o Decreto Real como tutor de cartas douradas importantíssimas (como Olaf, Geralt, Hjalmar ou Dagur, dependendo da situação) e de que quase todas as suas bronzes possuem grande valor (inclusive, sendo possível controlar o adversário), mas baixo custo de provisão. Dessa forma, é possível ganhar a primeira rodada sem nem sequer utilizar cartas douradas e, em seguida, optar entre sangrar seu oponente no round 2 ou forçar um round 3 mais longo, onde todas os bons recursos restantes poderão ser utilizados.

Os únicos adversários verdadeiramente à sua altura são os líderes do Sindicato e os demais líderes de Skellige, visto que ambos podem contar com bastante remoção e com uma pontuação equivalente, ou até maior, dependo das mãos de cada lado. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo que o Decreto Real traz mais consistência, o que aumenta seu win rate, é preciso despender um grande número de provisões e um dos espaços do baralho para incluí-lo no deck e, dependendo da sorte de cada lado ele pode, ou não, fazer valer seu próprio custo.

 

Esperamos que tenham gostado deste breve relatório!! Tentaremos lhes manter atualizados a respeito do meta do jogo sempre que possível!!!

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