Origem das cartas do Gwent

A ORIGEM DAS CARTAS DO GWENT — EPISÓDIO #18 — VILGEFORTZ

By on 30 de agosto de 2018

Vilgefortz de Roggeveen já foi citado diversas vezes em outros episódios de A Origem das Cartas do Gwent e é tempo de entender a grande importância deste personagem  nas histórias de The Witcher.

Durante os acontecimentos dos livros de The Witcher, Vilgefortz é citado primeiramente no livro “O Sangue dos Elfos”  como líder militar na segunda batalha do Monte Sodden.

Ele é um influente membro do Capítulo dos Feiticeiros, sendo considerado quase um mentor dos participantes.

No livro “Tempo de desprezo”, ele comparece ao palácio de Aretusa para participar do banquete antes do congresso dos feiticeiros. É visto inicialmente na companhia de Francesca Findabair e é descrito como um homem de aparência de trinta e cinco anos, alto e de corpo robusto.

Vilgeforz aparentava ter trinta e cinco. Era alto, de porte atlético e trajava um gibão à moda de cavaleiro andante, evidentemente sem brasão algum. Era também bem-apessoado, o que podia ser notado mesmo andando ao lado de Francesca Findabair, dona de enormes olhos de corça e de uma beleza que fazia as pessoas prenderem a respiração.

Durante a noite do banquete, tem uma conversa particular com Geralt e conta ao bruxo resumidamente seu histórico criminoso e propõe que ele se junte aos feiticeiros para encarar os tempos de guerra iminentes.

Por fim acabei me tornando um mercenário. Meus próximos passos, como você bem pode imaginar, foram estereotípicos: soldado vencedor, soldado derrotado, desertor, saqueador, estuprador, assassino e, por fim, fugitivo, para escapar da forca.”

Durante o conflito que é iniciado após esta conversa, é sabido que Vilgeforz ajuda Francesca Findabair a possibilitar a entrada dos Esquilos no palácio a fim de acabar com as forças da rebelião, que ele já previra.

É acusado por Filippa Eilhart de se associar a Emhyr var Emreis em troca de poder quando o império Nilfgaardiano conseguisse dominar os reinos adversários.

Na mesma noite da revolta, Vielgefortz tenta capturar Ciri para fins até então desconhecidos, e a segue até a Tor Lara. Encontra Geralt, que está determinado a impedir a captura da menina, mas Vielgefortz consegue superá-lo em uma luta, deixando o bruxo à beira da morte.

“– Eu poderia sacar seus miolos por seus ouvidos – falou de longe Vilgeforz. – Mas isso deveria ser apenas uma lição. Você se enganou, bruxo. Confundiu o céu com estrelas refletidas na superfície de um lago. Ah, está vomitando? Muito bem. Traumatismo craniano. Está sangrando pelo nariz? Ótimo. Até a vista. Algum dia. Talvez.
Geralt já não via nem ouvia coisa alguma. Estava se afogando em algo quente. Achou que Vilgeforz tivesse ido embora, de modo que se espantou quando sentiu mais um golpe do bastão de ferro em sua perna, destroçando o osso da coxa.
Os golpes seguintes, se é que os houve, não sentiu mais.”

Após este acontecimento, Vielgefortz some. É procurado por diversos grupos, como as feiticeiras que se sentiram traídas no confronto, homens de Emhyr, Yeneffer e o bruxo em busca de Ciri.

Em “A torre da andorinha”, Avallac’h explica, em seu encontro com Geralt, que há possibilidade de que o feiticeiro esteja realizando experiências com o sangue antigo, o sangue da família de Ciri.

Por intermédio de Rience, seu capanga, ele continua buscando a garota, e faz um acordo com Leo Bonhart para que este a entregasse.

Ele captura Yennefer de Vengerberg para usá-la para rastrear Ciri, e então é revelado que, ao seguir a garota até o portal na Torre da Gaivota, o portal explodiu após seu alvo atravessá-lo, deixando seu rosto bastante retalhado pelo acidente.

– Tentei segurá-la quando entrava no teleportal da Torre da Gaivota – explicou o feiticeiro calmamente. – Quis salvar sua vida, estava certo de que o teleportal iria matá-la. Ingênuo! Passou ligeiramente, com uma força tão grande que o teleportal estourou, explodiu direto em meu rosto. Perdi um olho e a bochecha esquerda, bastante pele na cara, no pescoço e no peito. É muito triste, muito dolorido, e torna a vida bem complicada. Além de ser desagradável, não acha? Você deveria ter me visto quando comecei a regenerá-lo de forma mágica.”

Quando finalmente consegue por as mãos em Ciri, ele revela que realmente tinha intensões de utilizar o sangue da menina (mais especificamente o placentário!)  nos experimentos, mas Geralt e sua hansa descobrem seu esconderijo e chegam a tempo de impedir que o feiticeiro concluísse seus planos.

Eles travam sofridas batalhas no castelo, e mesmo depois de conseguir derrotar ou pelo menos prejudicar muitos de seus inimigos, Vielgefortz acaba sucumbindo ao sihill de Geralt.

“O bruxo apertou o medalhão de Fringilla na mão. A vara caiu no chão tinindo, a um pé de distância da
sua cabeça. Ele rolou no sentido contrário e levantou-se rapidamente, apoiando-se no joelho. Vilgefortz
saltou até ele e o golpeou. Mais uma vez, a vara errou o alvo por poucas polegadas. O feiticeiro meneou a cabeça, incrédulo, e por um momento hesitou. Respirou, e de repente entendeu. Seus olhos brilharam. Saltou com ímpeto, mas já era tarde demais: Geralt acertou sua barriga, cortando-o na transversal, profundamente. Vilgefortz gritou, deixou a vara cair e recuou, curvado. O bruxo já estava junto dele. Empurrou-o com o sapato na direção do toco que sobrara da coluna quebrada e executou um extenso golpe transversal, cortando-o da clavícula até os quadris. O seu sangue jorrou, pintando sobre a laje um desenho ondulado. O feiticeiro gritou, caiu de joelhos, abaixou a cabeça, olhou para a barriga e o peito. Por um longo momento, não conseguia tirar os olhos daquilo que via.”

Fonte:

http://witcher.wikia.com

Andrzej Sapkowski –

O Sangue dos elfos

Tempo de Desprezo

A Torre da Andorinha

A Senhora do Lago – Vol. 1 e 2

 

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