Taverna News #55 – 11/02

Sejam bem-vindos, soldados lirianos, a mais uma edição do Taverna News!!!

Mesmo numa semana um tanto quanto morna no que se diz respeito a novidades relacionadas a Gwent, o jogo conseguiu manter seu frescor graças às mudanças no meta ocasionadas pela última atualização e às diversas notícias e eventos envolvendo a CDPR!! Desta forma, apesar de enxuta, esta edição traz consigo um apanhado de informações a respeito do estado atual do jogo, bem como reporta eventos como as qualificatórias que ocorreram no último fim de semana, o retorno de Swim ao Gwent e o prêmio recebido pela CDPR no Steam Awards de 2018!!!

Sendo assim, sem mais delongas, aqui vão os destaques dessa semana:

No último final de semana ocorreram as qualificatórias para a oitava edição do Gwent Open e os dois vencedores foram Molegion e Green_Knight92, que garantiram suas vagas no próximo torneio.

Infelizmente, nenhum dos dois brasileiros inscritos para o torneio conseguiu se qualificar para o Open: enquanto Somnas optou por não participar do torneio (acreditamos que seu tempo afastado do jogo possa ter influenciado em sua decisão, apesar de não ter havido qualquer tipo de pronunciamento oficial a respeito do assunto), Sinonino não pontou o bastante para avançar até a fase eliminatória do torneio.

Os resultados de todos os jogos, bem como a classificação de cada um dos participantes pode ser encontrada nos seguintes links:

Sistema Suiço

Sistema Eliminatório

Esperamos que ambos os vencedores possam demonstrar seu valor no torneio oficial e que mais brasileiros possam nos representar nas próximas qualificatórias!!!!

Na última edição do Taverna News, anunciamos que a série de vídeos “This Week in Gwent”, publicada pela própria CDPR através do canal oficial de Gwent no Youtube, provavelmente teria sequência no dia 08/02. Entretanto, isso acabou não se concretizando.

Apesar do quadro ter voltado com tudo para 2019 e dos padrões de envio permanecerem inalterados, aparentemente, houveram imprevistos nos escritórios da CD que impediram que a gravação fosse concluída dentro do prazo.

Em sua conta do Twitter, o próprio Pawel Burza, Community Manager de Gwent e apresentador do TWIG, disse as seguintes palavras a respeito do assunto: “Graças a motivos pessoais não haverá TWIG nessa Sexta-f

eira. Nós voltaremos na próxima semana! Perdão pela inconveniência!” Segue o tweet original publicado por ele na última Quinta-Feira.

Vale lembrar que, ao longo do último ano, Pawel Burza passou por diversas complicações em sua vida pessoal (como mencionado em sua entrevista com o Flake) e, ainda sim, se manteve firme em seu trabalho como Community Manager de Gwent. Sendo assim, seu afastamento repentino de todos os meios de comunicação oficiais da CDPR é uma novidade para a comunidade e, provavelmente, tem como causa algo realmente grave e/ou urgente em relacionado à sua vida pessoal.

Na última Sexta-feira, foram divulgados os resultados da Steam Awards 2018, uma premiação de jogos organizada pela Valve que se baseia nos votos dos próprios usuários da Steam. Apesar de não ter concorrido na categoria “Jogo do ano” (mesmo com seu mais recente lançamento, Thronebreaker: The Witcher Tales), a CD Projekt Red ainda conseguiu participar das categorias “Melhor estúdio de desenvolvimento” e “Melhor ambientação” (através do jogo The Witcher 3 – Wild Hunt).

Levando em conta os excelentes trabalhos que a empresa vem apresentando ao longo dos últimos anos e o carinho demonstrado por sua grande base de fãs, o resultado não poderia ser outro: a CD levou não apenas um, mas os dois prêmios a que estava concorrendo!!!!

Como forma de agradecimento ao carinho demonstrado pela comunidade, a empresa elaborou um vídeo para cada prêmio, sendo que ambos foram ao ar durante o próprio anúncio dos resultados. Os dois vídeos também foram disponibilizados no canal oficial da CD Projekt Red no Youtube, como mostrado a seguir:

Agradecemos à todos os funcionários da CDPR pelo o esforço que vem dando em seus últimos lançamentos e esperamos que a empresa consiga cada vez mais alcançar seu devido reconhecimento!!!

Outro ponto alto dessa semana (ao menos, para alguns), foi o retorno de Swim aos campos de batalha de Gwent. Swim se dedicava exclusivamente ao card game da CDPR desde o período de beta fechado do jogo e havia decidido deixá-lo após o lançamento de Artifact e a chegada do Homecoming. Na realidade, esse processo de migração dividiu bastante sua antiga base de fãs entre os que o amavam e os que passaram a odiá-lo, o que ainda se mantém nos dias de hoje.

Com a queda no hype de Artifact e a chegada de novos líderes ao Gwent, Swim decidiu dar uma nova oportunidade ao “Gwent repaginado”, por assim dizer, e está lançando uma série de cinco novos vídeos testando as mudanças que ocorreram em sua ausência.

Não é possível saber, de fato, se o criador de conteúdo voltará a se dedicar exclusivamente a Gwent num futuro próximo, mas, sem sombra de dúvidas, poderemos contar com sua volta de tempos em tempos para provar as novidades do jogo.

De qualquer forma, apesar da divergência de opiniões a respeito do assunto, Swim traz consigo uma grande bagagem e, com sua enorme visibilidade e criatividade, só pode ter a acrescentar à comunidade do jogo, mesmo que apenas com seus “relatórios de atualização”.

Segue o vídeo mais recente publicado por Swim em seu canal no Youtube:

E, para fechar esta edição do Taverna News com chave de ouro, por que não trazer um relatório com as melhores decklists dos novos líderes de Thronebreaker?? Sendo assim, aqui vão os decks do momento para utilizar os novos líderes em partidas classificatórias:

Rainha Meve: “Buffs e Engines”- Criado por shimiri2 e publicado no Preview do 6° Meta Snapshot do Team Aretuza:

O conceito por trás do deck é extremamente simples: o jogador deve colocar as “engines” (cartas que pontuam bastante a longo-prazo) em campo e reforçá-las constantemente para ativar seus efeitos e permitir que durem por mais tempo ou, assim, obriguem seu adversário a utilizar mais recursos. Além disso, a ideia é que o jogador tente forçar rodadas longas, para que cartas como Yennefer: Conjuradora, Huber Rejk e Sabrina Glevissig consigam pontuar bastante. Deve-se tomar cuidado ao perder a primeira rodada, pois seu adversário pode querer sangrá-lo e, deste modo, levá-lo à derrota.

Eldain: “It’s a trap” – Elaborado por Dajdeks e publicado através do site myEsports:

O deck consiste no uso de cartas como a Armadilha Esmagadora, o Chifre de Mahakam e a Armadilha de Alçapão em conjunto com a habilidade de Eldain e com a carta Aposta de Iorveth. Além disso, a mecânica de movimentação dos Dragões Vrihedd e da Nivellen é utilizada para maximizar o potencial das Armadilhas Esmagadoras, podendo gerar até 18 pontos cada em rounds longos. Por fim, o trio de bruxos e a dupla Unicórnio e Chironex são utilizados como escolhas seguras em termos de pontuação e de afinamento, sem comprometer a ideia por trás do baralho. É possível realizar alterações na decklist apresentada (como substituir a Aelirenn pelo Iorveth) para tornar o deck mais consistente.

Gernichora: “Frodobabes Gernichora” – Publicado por Kozix através do site myEsports:

Apesar do conceito bastante simples, onde utiliza-se a mecânica de consumir em paralelo com a habilidade da líder e com a mecânica de Prosperar,  o deck pode ser considerado bem difícil de se “pilotar”. Até que o jogar se sinta familiarizado com o deck, pode ser complicado compreender qual a ordem correta do uso das cartas e habilidades e quais recursos devem ser guardados para os turnos finais. De forma geral, o trio de Moiras se encaixa muito bem na ideia por trás do deck, assim como as cartas com desejo de morte, mas a sensação é a de que o deck tenta ser um meio-termo entre os decks de Espírito do Bosque e de Ancião Sonegado e acaba não se saindo tão bem quanto os mesmos. É possível substituir os Necrosos por Arquesporas e o Nithral pelo Felinomem, para focar o deck na mecânica de Prosperar e, ainda sim, manter o custo de provisões e o potencial do deck.

Arnjolf: “Arnjolf boosting” – Elaborado por Dajdeks e publicado através do site myEsports:

Comandado por Arnjolf e já podendo ser encontrado normalmente nas partidas classificatórias, o baralho consiste em filtrar a si mesmo através de cartas como Birna Bran e o trio de witchers, nas primeiras rodadas, para poder abusar de um último round extenso. Vale destacar o combo entre as Regis e Arnjolf (com o segundo facilitando a ação do primeiro) e o potencial de buff que o mesmo gera em cartas como Dagur Duas Espadas e An Craite: Espada. Assim como ocorre com o deck da Rainha Meve, é possível que o adversário tente sangrá-lo no segundo round levando-o a gastar recursos importantes e diminuindo seus alvos para a rodada final (geralmente é possível ganhar a segunda rodada mesmo sendo sagrado, mas é necessário gastar recursos importantes).

Ardal aep Dahy: “Ardal is good” – Elaborado por Pawloex e publicado através do site myEsports

De forma bastante simples, o deck se baseia no uso de cartas especiais com a categoria Tática para poder aumentar o potencial da habilidade do grande general Ardal aep Dahy, fazendo com que possa capturar inimigos com até 4 pontos de poder. Já as demais cartas do deck servem para completá-lo e afiná-lo (como o tão comum trio de witchers e o Carpeado), além de tentar estabelecer certa sinergia com a Corneta do Comandante (sendo bons exemplos disso as Infantarias Escravas e o Vreemd). Há quem prefira utilizar Suborno no lugar de Traição (mesmo que isso implique em um ponto de recrutamento a menos no restante do baralho) e quem acredite que Stefan Skellen pontue mais do que Leo Bonhart (mesmo que esse último seja mais seguro), mas, de forma geral, o deck consegue rodar tranquilamente na ladder da forma como foi apresentado.

Agradecemos por acompanhar o nosso querido jornal!! Esperamos que tenham curtido esta edição!! Até a próxima semana!!!

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