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A Espada do Destino – Livro 2

By on 13 de setembro de 2019

A Espada do Destino é um livro de Ficção e Romance lançado em 1992, criado pelo autor Polonês Andrzej Sapkowski, com o proeminente sucesso do primeiro livro da série The Witcher, chegando a sua 2 versão, Geralt um bruxo. Um feiticeiro cheio de astúcia. Um matador impiedoso. Um assassino de sangue-frio, treinado desde a infância para caçar e eliminar monstros. Seu único objetivo: destruir as criaturas do mal que assolam o mundo. Após os Conflitos que ocorreram no Templo de Melitele, Geralt encontra seu caminho para a Floresta de Brokilon, onde em seu caminho tropeça no corpo de um garoto com por volta dos 15 anos com uma flecha cravada em seu crânio. Após momentos de observações o Bruxo Geralt conclui que o garoto entrou no território das Dríades de Brokilon assim como para outros que padeceram de igual sorte, provavelmente tinha acontecido o mesmo. Uma história triste, repetida com muita frequência com qualquer forasteiro que ousasse entrar na floresta sem a devidas permissões das Dríades.

 

Yennefer de Vengerberg:

Yennefer de Vengerberg (em polonês: Yennefer z Vengerbergu) é uma feiticeira que viveu na cidade de Vengerberg, capital de Aedirn, tendo nascido em Belleteyn no ano de 1173. Ela é o grande amor do bruxo Geralt de Rívia e uma figura materna para Ciri, além de ser uma amiga próxima de Triss Merigold.

Grã-mestra de Magia, a poderosa feiticeira era famosa e muito respeitada, sendo a mais jovem membra do Conselho Supremo. Ex-combatente de guerra, ela perdera a visão durante a 2ª Batalha por Sodden, que por fim foi recuperada através de magia. Diferente das outras magas, Yennefer não era membra de nenhum conselho real – como sua amiga Triss Merigold a serviço do rei Foltest. Às vezes, quando solicitado e por morar na capital de Aedirn, Yennefer colaborava com o rei Demawend.

Ela era uma mulher atraente e sua aparência era de uma jovem de 20 anos, embora fosse muito mais velha. Nos eventos de A Torre da Andorinha, ela revela ter 94 anos. Isto foi possível graças à substância extraída da raiz de mandrágora com o elixir impedindo o envelhecimento.

 

Os Contos:

O Limite do Possível

Um Fragmento de Gelo

O Fogo Eterno

Um Pequeno Sacrifício

A Espada do Destino

Algo Mais

 

A seguir uma parte do Conto Um Fragmento de Gelo:

A feiticeira fechou a janela. –

Efetivamente, Yen – riu o bruxo –, você bem que poderia ter jogado a água mais longe.

– Poderia – respondeu ela –, mas não quis. Em seguida, pegou a lamparina da mesa e aproximou-se dele. A branca camisola colada a seu corpo, enquanto andava, tornava-a tão atraente que chegava a parecer sobrenatural, muito mais do que se estivesse totalmente desnuda.

– Quero examinar você – falou. – O zeugl pode tê-lo arranhado.

– Não me arranhou. Eu teria sentido.

– Com todos os elixires que tomou? Não me faça rir. Com aquela batelada de elixires, você não teria sentido uma fratura exposta até o momento em que um pedaço de seu osso começasse a se enrascar numa cerca viva. E o zeugl poderia ter de tudo, desde tétano até uma substância venenosa. Se for preciso, ainda temos tempo para tomar medidas preventivas. Vire-se.

Geralt sentiu nas costas o suave calor da chama da lamparina e o sutil toque dos cabelos de Yennefer.

– Parece que tudo está em ordem – disse ela. – Deite-se antes de os elixires o derrubarem. Essas misturas são diabolicamente perigosas. Com elas, você está se matando aos poucos.

– Preciso tomá-los antes de um confronto.

Yennefer não respondeu. Voltou a sentar-se diante do espelho e se pôs a pentear lentamente os contorcidos e brilhantes cachos negros, como todas as noites antes de se deitar. Geralt achava que essa mania não passava de esquisitice, mas adorava contemplá-la, suspeitando que ela se dava conta disso.

De repente começou a sentir muito frio. Os elixires o fizeram tremer e lhe entorpeceram a nuca, causando um rodopio de náuseas na parte inferior da barriga. Soltou um palavrão e desabou sobre a cama, sem deixar de observar Yennefer.

Um movimento no canto do aposento chamou sua atenção, fazendo com que olhasse naquela direção. Sobre um par de chifres de veado coberto de teias de aranha e pendurado tortamente na parede, estava pousado um pássaro, pequeno e negro como piche. A ave, voltando a cabeça para um lado, fixou o olho amarelo no bruxo.

– O que é aquilo, Yen? Como veio parar aqui?

– O quê? – perguntou Yennefer, virando-se. – Ah, sim, aquilo. É um gavião, uma ave de rapina.

– Um gavião? Mas os gaviões são mesclados, enquanto esse aí é preto.

– É um gavião mágico. Fui eu quem o fez.

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